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PIZZA DE CARNE MOIDA

PIZZA DE CARNE MOIDA

 PIZZA DE CARNE MOIDA
Com mais tempo livre, passo o dia assistindo programas de culinárias, e folheando livros de receitas.
E encontrei essa receita no livro do  Mais Você
Ficou uma delicia, só lamentei não ter o tomate em casa, já que fiz na terça e só na quarta que eu iria fazer uma visita a feira.
  • 500 g de carne moída
  • 1 pacote de sopa de cebola (45 g)
  • 2 ovos
  • 1 cebola média picada
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 colheres (sopa) de cheiro verde picado
  • Sal a gosto(não usei)
  • Pimenta, se desejar
  • 2 colheres (sopa) de farinha de rosca
  • Azeite para untar a fôrma

Para a cobertura

  • 300 g de mussarela ralado grosso
  • 2 tomates sem sementes picados (não tinha)
  • Folhas de manjericão
  • Azeite
  • Sal a gosto
  • Orégano a gosto
  • 3 azeitonas verdes sem caroço cortadas em anéis ou tiras

Misture a carne moída com a sopa de cebola, os ovos, a cebola picada, o alho e o cheiro verde. Acerte o sal, a pimenta, se desejar, a farinha de rosca e amasse bem. Unte uma fôrma para pizza com o óleo. Abra a massa de carne, forrando o fundo da fôrma.
Para alisar a massa, molhe as mãos e apalpe. Leve ao forno quente (200ºC), previamente aquecido, e deixe por 10 minutos mais ou menos. Tire o disco de carne do forno e cubra com o mussarela. À parte, tempere os tomates com o azeite, o manjericão, o orégano e o sal. Espalhe sobre o mussarela mais orégano e as azeitonas. Leve ao forno novamente para derreter o mussarela. Sirva em seguida.

 PIZZA DE CARNE MOIDA

 PIZZA DE CARNE MOIDA

 PIZZA DE CARNE MOIDA
2094759392049271050 972353163599231633?l=sonhodocesonho.blogspot PIZZA DE CARNE MOIDA

 PIZZA DE CARNE MOIDA

esta é a receita: PIZZA DE CARNE MOIDA
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PIZZA DE CARNE MOIDA

Mais receitas para se preparar na cozinha

CURRY * KARE

CURRY * KARE

 CURRY * KARE

 CURRY * KARE

 CURRY * KARE
Dias frios pedem Curry ou Karê
Um dos pratos preferidos dos meus filhos e já apareceu por aqui numa versão adocicada.
Dessa vez, experimentei uma mais apimentada.
E os meus filhos gostam tanto, que nem sentiram o gostinho da pimenta.
 E como diz o site de onde peguei a receita, este prato é para os japoneses, 
como o estrogonofe é para os brasileiros.
Ingredientes (porção para 6 pessoas):

- 1 cenoura grande;
- 2 batatas médias;
- ½ kg de alcatra cortada em cubos;
- 2 e ½ litro de água;
- 4 colheres de sopa de óleo;
- 1 caixinha pequena (100g) de preparado pronto para karê.

Modo de fazer:

1. Descasque e corte a cenoura e as batatas em cubos (tamanho médio 2x2cm);

2. Em uma panela de pressão, refogue a carne em óleo quente;

3. Quando a carne estiver dourada, acrescente água (de preferência quente) e tampe a panela de pressão;

4. Quando começar o ruído que indica que a panela está cozinhando com pressão, abaixe o fogo e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos;

5. Desligue o fogo, retire a pressão e coloque a cenoura as batatas;

6. Deixe cozinhar por mais alguns minutos (pode ser sem pressão), até que os legumes estejam macios;

7. Coloque todo o conteúdo da caixinha de preparado para karê e misture bem até que esteja totalmente dissolvido e incorporado;

8. Sirva com arroz.

Dicas:

a) existem vários tipos e marcas de preparados prontos para karê. Há os fracos, que são mais suaves; os médios e os fortes. Experimente conforme a sua preferência, tendo em mente que essa diferenciação refere-se à intensidade do sabor do tempero de origem indiana, o ‘curry’, que é o ingrediente básico desses preparados;

b) Você pode preparar o karê usando o pó de curry, no lugar do preparado pronto. Para a porção para 6 pessoas, coloque aproximadamente 3 colheres de sobremesa de pó de curry dissolvidos em 1 copo de água. Misture bem e acrescente mais 2 colheres de sopa de farinha de trigo ou maisena dissolvidos em ½ copo de água. Tempere com algumas gotas de shoyu, sal e aji-no-moto à gosto.

Sugestões:

a) O Karê é sempre acompanhado de arroz. Além do arroz, o karê fica uma delícia servido com alho-poró cortado em fatias finas e refogado só com manteiga e sal;

b) Existem variações desse prato, sendo a mais difundida o ‘beef karê’, igualmente fácil de preparar. Basta não colocar carne em cubos no cozimento e fritar, à parte, um bife à milanesa, que pode ser de carne bovina ou suína. Na hora de servir, coloque o bife junto ao arroz, já fatiado e cubra tudo com o karê.

 CURRY * KARE
2094759392049271050 310474297914039597?l=sonhodocesonho.blogspot CURRY * KARE

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Mais receitas para se preparar na cozinha

YAKISSOBA DO EDU GUEDES

YAKISSOBA DO EDU GUEDES

 YAKISSOBA DO EDU GUEDES
Parece um prato dificil de fazer, por causa da quantidade e variedades de legumes e verduras,
 mas não é.
E se quiser pode usar aqueles pacotinhos com os legumes e verduras picados, próprio para fazer Yakissoba (foi o que eu fiz..kkkkk)
Receita da Akemi do Pecado da Gula

250g de file mignon em tirinhas (previamente temperadas com um pouco de sal e pimenta do reino)
1 cebola grande em tiras grossas
1 pimentão verde grande picado
1 cenoura fatiada e aferventada
brócolis aferventada
acelgas picadas
cubo de caldo de legumes 
pitada de hondashi
100ml de shoyu
1 colher (sopa) cheia de amido de milho dissolvida em 1/2 xícara de água fria
óleo de gergelim
macarrão próprio para yakissoba

Numa frigideira funda e grande, refogue cerca de 250g de file mignon em tirinhas (previamente temperadas com um pouco de sal e pimenta do reino) com um bom fio de óleo.
 Deixe até secar a água e a carne começar a fritar. Juntei 1 cebola grande em tiras grossas, 1 pimentão verde grande picado e 1 cenoura fatiada e aferventada. Deixei refogar uns minutos e juntei umas 2 xícaras de água fervendo. Esmigalhei metade de um cubo de caldo de legumes e uma boa pitada de hondashi. Misturei e acrescentei cerca de 100ml de shoyu e 1 colher (sopa) cheia de amido de milho dissolvida em 1/2 xícara de água fria. Misturei até encorpar. Ficou um pouco grosso demais e coloquei mais água quente. Tem que ficar como um mingau ralo. Juntei algumas folhas de acelga picadas e buquezinhos de brócolis cozidos rapidamente no vapor. É importante ter bastante caldo do molho. Acrescente mais água quente se necessário e verifique o sal. Desligue o fogo e jogue um bom fio de óleo de gergelim.

Cozinhe o macarrão próprio para yakissoba. Deixe um minuto a menos do que indicado pelo fabricante. Escorra e frite pequenas porções em frigideira com um fio de óleo bem quente. Mexa bem com hashi para separar os fios e deixe até queimar um pouco nas beiradas. Repita até acabar todo o macarrão. Despeje o molho sobre o macarrão. Misture e espere 3 ~ 5 minutos para o macarrão absorver o molho e encorpar.

 YAKISSOBA DO EDU GUEDES
Abaixo uma receita da querida Vinni do
Mistura do azeite com o aroma da manteiga, e ficou melhor com a manteiga da Mococa.
 YAKISSOBA DO EDU GUEDES
Cenoura Refogada

2 cenouras cortadas em rodelas
1 cebola picada
2 colheres (chá)de manteiga
1 colher (chá) azeite
Sal
Cebolinha
Água quente (Só um pouquinho para cozinhar a cenoura)

Modo de preparo

Em uma panela coloque a manteiga e o óleo, refogue a cebola e em seguida a cenoura.
Adicione a água, o suficiente para cobrí-la, deixe em fogo baixo, para ela ir cozinhando devagar, coloque sal, cebolinha e mexa algumas vezes até sentir que ela está macia.

2094759392049271050 8493817577380624908?l=sonhodocesonho.blogspot YAKISSOBA DO EDU GUEDES

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Mais receitas para se preparar na cozinha

COZIDO DE OKINAWA

COZIDO DE OKINAWA

 COZIDO DE OKINAWA

 COZIDO DE OKINAWA
Esse é um dos meus pratos preferidos, um prato tipico de Okinawa.
Sempre via minha mãe fazendo de longe…..
A primeira vez que fiz, foi na época  em que eu fui morar sózinha no Japão.
Não tinha a receita em mãos, mas ela estava na minha memória…
Fiz no improviso e deu certo.
A ultima vez que fiz, foi há 8 anos, quando ainda morava no Japão.
Isso, porque lá conseguia encontrar o Daikon seco(Nabo seco) nos supermercados.
ah, e sempre que comprava, todos passavam longe de mim, por causa do cheiro forte…kkkkkk
Procurei nas lojas japonesas da minha cidade, mas não encontrei.
O jeito, foi colocar a mão na massa.
Mas não é tão simples assim, e essa foi a minha segunda tentativa, pois a primeira não deu certo.
Primeiro, tem que consultar a previsão do tempo…kkkkkk
Principalmente, para quem mora em apartamento, pois é o sol que ajuda a secar o nabo.
E se não tiver sol, o nabo pode embolorar.
Primeiro, pegue o Nabo, descasque e tente cortar em tiras.
Os meus sairam muito finos.
Depois, coloque as tiras penduradas em algum lugar que bata muito sol e vento.
 COZIDO DE OKINAWA

 COZIDO DE OKINAWA

                                      Depois de 2 dias tomando muito sol, eles ficam assim

 COZIDO DE OKINAWA

 COZIDO DE OKINAWA

                                                                  Kombú (algas marinhas)

 COZIDO DE OKINAWA
Para fazer o cozido, além do nabo seco, você vai precisar de 
tiras de carne de porco
tiras de kombú(algas marinhas)
tiras de Kon’yaku(feito com batata konjac) eu não usei
tiras de daikon seco(nabo seco)
sal
Tempero japones a gosto
molho de soja
Primeiro, coloque o kombu de molho na agua, retire da agua, lave e corte em tiras.
Numa panela com agua, cozinhe o nabo seco, durante alguns minutos.
Escorra a agua, e reserve.
Numa panela, frite as tiras de carne de porco, junto o nabo seco escorrido, e as tiras do kombú e do kon’yaku, tempere e deixe cozinhar.
2094759392049271050 6447669178772649214?l=sonhodocesonho.blogspot COZIDO DE OKINAWA

 COZIDO DE OKINAWA

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COZIDO DE OKINAWA

Mais receitas para se preparar na cozinha

FRIOZINHO, PEDE…..

FRIOZINHO, PEDE…..

 FRIOZINHO, PEDE.....
Receita daqui
Ingredientes (porção para 4 pessoas):

- 1 pacote de macarrão udon, de 500g;
- 6 ou 7 unidades de shiitake seco;(não usei)
- 4 ou 5 tiras pequenas de kombu (alga seca);
- ½ peça de kamaboku cortada em rodelas; (não usei)
- 2 litros de água;
- 1 envelope de hondashi (tempero em pó, à base de peixe);
- 1 xícara de shoyu;
- 2 colheres de sopa de mirin (saquê culinário);
- 1 colher de chá de açúcar;
- 4 ovos;
- Cebolinha (aproximadamente 4 talos finos);
- Pimenta shitimi (não usei).

Modo de fazer:

1. Com antecedência de 1 hora, coloque o shiitake seco e o kombu de molho nos 2 litros de água, até q fiquem macios;

2. Em outra panela, cozinhe o macarrão e reserve;

3. Prepare o caldo, conforme a receita abaixo:

4. Retire o shiitake da água e corte-o em fatias finas desprezando o caule;

5. Devolva os shiitake fatiado na própria água em que estava de molho, mantendo o kombu ;

6. Leve ao fogo até levantar fervura;

7. Abaixe o fogo, acrescente o envelope de hondashi e misture bem;

8. Coloque o kamaboku já cortado em rodelas;

9. Tempere com o shoyu, o mirin e o açúcar. Está pronto o caldo da sopa;

10. Bata os ovos (um de cada vez) e frite como se fosse omelete, em panela antiaderente. O ideal é que a omelete fique o mais fina possível;

11. Quando fritar todos os ovos, coloque as omeletes finas uma em cima da outra e fatie bem fino (menos de 1 cm de largura);

12. Fatie a cebolinha bem fininho;

13. Sirva colocando em tigelas chawan, na seguinte ordem: macarrão, caldo (e os pertences), ovo em fatias e por cima a cebolinha.

Dicas:

a) o udon é uma sopa tradicional no Japão e existem muitas variações que você pode experimentar a partir desta receita básica, todas muito gostosas, depende de sua preferência. Você pode servir com tempurá;

b) Tente substituir alguns ingredientes ou acrescentar. Fica muito bom com folhas de algas em tiras, ovo cozido, camarão;

c) O kombu, em geral, é vendido em forma de fita larga. A melhor forma de usá-la nesta receita é cortando com uma tesoura, em tiras de mais ou menos 1cm de largura;

d) Para um preparo mais rápido, você pode utilizar os molhos prontos para udon, conforme a instrução do fabricante.


 FRIOZINHO, PEDE.....
Receita do Programa Mais Você
Sopa de lentilha
  • 1/2 kg de lentilha
  • 1/2 litro de água
  • 1/2 xícara (chá) de azeite
  • 5 dentes de alho picados
  • 2 cebolas picadas
  • 2 tabletes de caldo de carne
  • 100g de bacon picado
  • Sal
  • Pimenta
  • Cheiro verde

Numa vasilha, coloque a lentilha e cubra com água. O ideal é que a lentilha fique de molho por 24 horas, mas se você tiver pressa deixe por 3 horas (no mínimo).
Coloque numa panela para cozinhar, sem os temperos, por aproximadamente 40 minutos. Experimente o ponto e se quiser uma consistência mais macia deixe cozinhar um pouco mais.
Quando a lentilha estiver quase pronta, prepare o tempero. Pegue uma panela e coloque o azeite, o bacon e deixe dourar. Coloque a cebola, depois o alho e os cubos de carne amassados. Deixe apurar.
Acrescente o tempero na lentilha cozida e misture bem. Se quiser, coloque pimenta do reino a gosto e deixe por mais alguns minutos para que a lentilha pegue o sabor do tempero.
Prove o sal e, para terminar, acrescente o cheiro verde

 FRIOZINHO, PEDE.....

                                                                     Receita da Aninha 
                                                           Já tinha feito uma vez, e adorei!

                                                                   Creme de Mandioca

Ingredientes:
  • 2 kg de mandioca descascada, lavada e cortada em pedaços
  • água suficiente para cobrir a mandioca
  • 2 cebola cortadas em cubinhos
  • 6 dentes de alho picadinhos
  • 50gr de bacon em cubinhos
  • 3 tomates picados
  • 1 linguiça paio cortada em pedaços pequenos(não tinha)
  • 2 linguiças calabresa em pedaços pequenos
  • 1 linguiça portuguesa em pedaços pequenos(não tinha)
  • 1 folha de louro
  • 4 colheres de sopa de  óleo vegetal 
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 maço de couve manteiga picado grosseiramente com as mãos
  • sal, o quanto bastar
Preparo:
Numa panela de pressão, acomode a mandioca, cubra com a água e salgue ao seu gosto. Leve ao fogo, e após “chiar” cozinhe por 15 minutos.
Se as mandiocas estiverem macias, retire-as da panela, reservando a água do cozimento.
Retire as fibras do miolinho da mandioca.
Bater a mandioca no liquidificador junto com a água do cozimento, mas vá fazendo aos pouquinhos. Após bater, reserve em um recipiente separado.
Numa panela funda, doure o bacon no óleo e azeite, acrescente a cebola, o alho e a folha de louro. Junte as linguiças e doure. Acrescente os tomates e cozinhe até que eles dissolvam.
Quando os tomates já estiverem dissolvidos, acrescente o creme de mandioca e deixe cozinhar mais um pouco.
Acrescente as folhas de couve picadas e deixe cozinhar mais um pouco. 
 FRIOZINHO, PEDE.....

                                                         Sopa de lentilha com linguiça
            Aqui, repeti a mesma receita da sopa de lentilha, mas coloquei linguiças no lugar do bacon

 FRIOZINHO, PEDE.....
2094759392049271050 4269476600264996804?l=sonhodocesonho.blogspot FRIOZINHO, PEDE.....

 FRIOZINHO, PEDE.....

esta é a receita: FRIOZINHO, PEDE…..
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FRIOZINHO, PEDE…..

Mais receitas para se preparar na cozinha

POLENTA, delícia italiana!

POLENTA, delícia italiana!

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Polenta é um alimento típico da culinária italiana, mas que tem amplo uso e aceitação em diversos países, como Argentina e o Brasil. Sua base é a farinha de milho.


A polenta tem origem na região norte da Itália. Constituía a base alimentar (o prato mais consumido) da população e dos legionários romanos. Era feita principalmente de farinha de aveia, mas podiam ser utilizadas farinhas de outros cereais como o trigo.


Pouco depois da chegada dos espanhóis ao Caribe em 1492, o milho foi introduzido na Europa. Na Itália, o milho passou a ser cultivado primariamente no norte, onde as chuvas são abundantes. A partir de então é que a polenta passou a ser feita de farinha de milho.


A polenta de milho tornou-se o principal prato nas regiões de Veneza e Friuli, onde passou a substituir o pão (feito com trigo) e o macarrão. Inicialmente restrita a essas regiões, em pouco tempo a polenta passou a dominar todos os aspectos da culinária italiana.


Sua textura varia bastante, de firme nas regiões de Veneza e Friuli a cremosa na região de Abruzzi. A polenta sempre foi feita da mesma forma: com bastante esforço e paciência, misturando a pasta de milho em caldeirões de cobre, aquecidas sob o fogo.


Pode ser servida mole, dura, grelhada ou frita. Pode ser recheada com uma variedade de molhos ou outros ingredientes, acrescentados enquanto ela ainda está mole.


Recentemente, a indústria alimentícia lançou polentas pré-preparadas, para serem feitas em refeições instantâneas.

PARA A POLENTA


SUGIRO UTILIZAR A FARINHA DE MILHO PARA POLENTA ITALIANA, O GOSTO É MUITO DIFERENTE DO FUBÁ NACIONAL.

 POLENTA, delícia italiana!

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de fubá ou de sêmola de milho
9 xícaras (chá) de água
1 tablete de caldo de carne ou de legume
1 colher (sobremesa) de sal
4 colheres (chá) de queijo parmesão ralado

Modo de fazer:

Numa panela grande, aquecer a água em fogo médio. Quando ferver, acrescentar o caldo, o sal e abaixar o fogo.

Com a colher apropriada em uma mão, mexer a água, e com a outra mão, pegar um punhado de fubá (ou de sêmola de milho) e soltar aos poucos, num fio constante.

Acrescentar todo o fubá dessa maneira e deixar cozinhar por cerca de 30 minutos, mexendo sempre com a colher. A polenta estará pronta quando se desprender das paredes e do fundo da panela.

Acrescentar o queijo parmesão e misturar bem até que ele derreta.

Colocar a polenta num refratário polvilhado com queijo, Colocar o molho. Polvilhar com a salsinha e servir imediatamente

Molho de calabresa

 POLENTA, delícia italiana!

Ingredientes:

500 g de linguiça defumada calabresa
1 cebola picada
1 pimenta dedo de moça
1 copo de vinho tinto
1 pimentão vermelho picado
2 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de orégano
500 g de polpa de tomate
A mesma medida de água
Azeite e sal a gosto

Modo de fazer:

Retirar a pele das linguiças e cortar em rodelas finas, colocar em uma panela antiaderente e grelhar. Adicionar o azeite, a cebola e o alho picados e deixar dourar, juntar o orégano e a pimenta sem as sementes, mexer e juntar o vinho.

Quando o vinho evaporar acrescentar o tomate e a água, tampar a panela e deixar apurar. Verificar o sal, lembrar que as linguiças são salgadas.

POLENTA COM SHITAKE E QUEIJO DE CABRA

DSC08959 150x150 POLENTA, delícia italiana!foto

Ingredientes:

300 g de fubá de milho
1 litro de leite
60 g de queijo de cabra
150 g de shiitake ou cogumelo Paris
40 g de manteiga
40 ml de caldo de legume
Sal (a gosto)
Pimenta do reino (a gosto)
Azeite

Modo de fazer:
Polenta:

Colocar o leite para esquentar junto com o caldo de legume.

Com o auxílio de uma peneira, acrescentar o fubá aos poucos para não empelotar.

Mexer por cerca de 30 minutos em fogo médio, com sal e pimenta do reino a gosto. Se a polenta começar a ficar muito densa, adicionar água enquanto mexe.
Retirar do fogo quando estiver cremosa.

Shiitake:

Cortar o shiitake em fatias.

Aquecer uma frigideira e derreter a manteiga. Adicionar o shiitake ou cogumelo Paris e temperar com sal e pimenta do reino a gosto.

Quando as fatias estiverem douradas, juntar o queijo de cabra e deixar derreter.

Misturar bem até formar uma “pasta”.

Servir a polenta em um prato fundo e com a pasta de queijo e o cogumelo por cima.

Finalizar com um fio de azeite.

2753503858686951395 4806577088346896618?l=teresasilvestri.blogspot POLENTA, delícia italiana!

esta é a receita: POLENTA, delícia italiana!
fonte original

http://teresasilvestri.blogspot.com/2011/09/polenta-delicia-italiana.html

POLENTA, delícia italiana!

Mais receitas para se preparar na cozinha

Puré de Maçã

Puré de Maçã

Para acompanhar os lombinhos que publiquei ontem resolvi experimentar fazer um puré de maçã. A receita é do blog As Minhas Receitas a quem desde já agradeço a partilha. Ficou um puré óptimo, perfeito para acompanhar carne de porco assada ou grelhada.

 Puré de Maçã

Ingredientes:

4 maçãs

2 colheres de sopa de manteiga

4 colheres de sopa de vinho branco

Pimenta moída na altura

1 pitada de sal

Descascar, descaroçar e partir as maçãs aos bocados.

Num tachinho colocar a manteiga e quando estiver derretida deitar as maçãs. Saltear um pouco.

Acrescentar o vinho branco, tapar o tachinho e deixar cozinhar as maçãs. Quando estiverem cozidas passá-las com a varinha mágica até obter um puré homogéneo. Acrescentar um pouco de sal e a pimenta moída na altura e servir de imediato.

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esta é a receita: Puré de Maçã
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http://mundodasreceitas.blogspot.com/2011/09/pure-de-maca.html

Puré de Maçã

Mais receitas para se preparar na cozinha

Cabidela de Entrecosto em Arroz

Cabidela de Entrecosto em Arroz

 Cabidela de Entrecosto em Arroz

Este post é constituído por uma reflexão sobre tema de cozinha e depois pela receita proposta. Se lhe interessar apenas a receita, encontra-a cerca de dois “écrans” mais abaixo.

              Podem obter-se excelentes pratos cozinhando bem e também cozinhando mal. Isto pode parecer paradoxal ou até charla, mas é a mais pura das verdades: é para que se tenha um bom jantar sendo um mau cozinheiro que existem as receitas cheias de quantidades bem esmiuçadas, meia colher rasa das de café de pimenta preta, 135ml de água, meia colher de sopa de salsa picada e procedimentos bem precisos, 14 minutos a 175ºC seguidos de 7 minutos a 205ºC e aeração… etc.
Quando o prato está pronto, tenha sido feito à mão ou através de uma qualquer escrava mecânica, meio computorizada e meio estúpida, pode-se ter a certeza que se está perante o mesmo sabor que uma multidão de cozinheiros de receita obteve por esse mundo fora, mil vezes por dia, pelo menos. É através de receitas exatas que posso ir ao Mac da minha rua e ter a satisfação de estar a provar o mesmo sabor que é provado por um irmão desconhecido de olhos rasgados e nome esquisito, lá para Pequim. 
Cozinhar bem é ser-se o seu próprio autor e é obra de uma vida. Começa-se por seguir receitas, depois vai-se experimentando sair da linha traçada pela receita e traçamos um esboço de linha nossa, às vezes dá, outras vezes não e, muitos anos depois, começa-se a cozinhar razoavelmente. 
A sensibilidade de que é feito o ato culinário é algo com que alguns poucos sortudos nascem e é vê-los a brilhar sem quase terem de aprender e outros, quase todos, aprendem arduamente à custa de muitas experiências,  perseverança e humildade. Essa, quem a não tem, nunca aprende!. 
Eu, que nunca pequei por modéstia, começo agora, já a caminho dos temíveis anos “sessenta”, a ser um cozinheiro razoável e, se chegar a velhote mesmo e não tiver entretanto esquecido tudo, talvez venha a morrer bom cozinheiro.
Esta conversa de fim de semana é um pouco como uma justificação para os meus leitores que por vezes me notam alguma sobranceria face à chusma de “meninos” televisivos, cheios de pedigree e de cursos de alta cozinha e de estágios em grandes restaurantes e todos eles chefs apregoados daqui e dali que, depois de montarem o seu prato cheio de requinte de empratamento e de terem provado “em direto” a sua obra e soltado uns  “hmmm’s” deliciados (a moda da prova em direto seguida de um chiar de satisfação, invenção da Nigella, veio para ficar), nos deixam uma comida que, bem espremidinha, é corriqueira e banal.  Salvo bem poucas exceções, que não aparecem na televisão, os nossos chefs-estrela são como violinistas japoneses: alcançam os píncaros do virtuosismo técnico mas são incapazes de fazer o violino chorar…. ou rir.
Foi por ter meditado longamente no significado de partilhar comidas num blog desta área dita “de receitas” que, de há uns tempos, as receitas que vos deixo passaram a ser indicativas mas não quantitativas. Perguntei-me, já que raramente sigo uma receita, que significado teria estar a deixar algo que apenas faria com que alguém, algures, estivesse apenas a provar o sabor exato que eu tinha experimentado, mas, ao mesmo tempo, abdicando de ter feito, de verdade, o seu prato, a sua descoberta, feita com as nuances e pequenos gestos que fazem da cozinha de cada um de nós, uma cozinha única.
Não fazia sentido nenhum: quem cozinha bem não vem a blogs de receitas, quem cozinha mal e quer despachar uma comida qualquer vai comprar feita ao Pingo Doce ou põe a bimby a fazer e, finalmente, quem cozinha razoavelmente está na senda da descoberta e interessa-lhe um caminho, não um receituário canónico, exato e constrangedor.
Esta cabidela de entrecosto começou no arroz que o Cupido aqui trouxe e que não tinha nada a ver com cabidela. Mas quando olhei para a foto, o arroz malandro, corado pelo vinho tinto da receita dele, fizeram-me despertar a curiosidade sobre o que seria aquele sabor que me chegava lá do Norte, misturado com a untuosidade suavemente avinagrada do sangue.
Nasceu a Cabidela de Entrecosto em Arroz que, se o provasse na televisão para deslumbrar papalvos, teria direito a muitos “hmmm!, hmmm!”, e sem favor.
 Cabidela de Entrecosto em Arroz

Ingredientes:
Entrecosto ou entremeada com osso
Vinha de alhos tinta
Azeite (ou banha)
Cebola
Pimenta preta em grão ou moída na altura
Pimenta da Jamaica em grão
Chouriço muito bom
Cravinho
Salsa
Sangue fresco
Preparação:
Parta o entrecosto em pedaços e ponha-os, de um dia para o outro, numa marinada feita com vinho tinto, alhos, louro e sal.
No dia, na gordura escolhida (eu substituí a banha do Cupido por azeite)  aloure em lume forte os pedaços de entrecosto, retire a carne e estale na mesma gordura cebola picada, com as pimentas e o cravinho e algumas rodelas de bom chouriço.
Junte então de novo o entrecosto e a marinada, tape e deixe fervinhar em lume mínimo por cerca de 45m ou um pouco mais, sendo a tenrura da carne a mandar neste aspeto.
 Cabidela de Entrecosto em Arroz
Quando a carne estiver branda, junte a salsa, faça uma estimativa da quantidade de aquosos existente na panela e junte a água necessária a perfazer 3 vezes o volume de arroz*, que introduzirá de seguida, sem lavagem.
Mexa, prove para possível retificação, tape e deixe em mínimo  por cerca de 12 minutos ou até o arroz estar cozido a seu gosto.
Junte por fim o sangue fresco** e mexa sempre até ganhar a consistência cremosa e brilhante que indica a cabidela estar pronta. Sirva sem demora.
 Cabidela de Entrecosto em Arroz
 Notas: * Arroz Carolino, naturalmente. Chamo a atenção para algum “carolino” que está a aparecer como marca branca de algumas grandes superfícies, a baixo preço e cuja qualidade é muito insatisfatória, havendo casos em que se pode mesmo duvidar da variedade em presença. Por mais alguns cêntimos, será de adquirir o excelente arroz Carolino proveniente dos campos de Alcácer do Sal ou do Mondego (várias marcas).
** Pode usar-se qualquer sangue desde que fresco e que tenha sido misturado com um pouco de vinagre quando do abate do animal. O mais fácil de obter em meio citadino é o de frango que acompanha os frangos do campo, nuns saquinhos fechados. 
5622598574709657388 344342839051850066?l=outrascomidas.blogspot Cabidela de Entrecosto em Arroz

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http://outrascomidas.blogspot.com/2011/09/cabidela-de-entrecosto-em-arroz.html

Cabidela de Entrecosto em Arroz

Mais receitas para se preparar na cozinha

Arrepiar

Arrepiar

 Arrepiar
                    Nos tempos em que havia tempo para a função de cozinhar, era comum que muitos alimentos tivessem de ser preparados previamente à sua utilização. Eram as longas marinadas, as salgas e dessalgas, o lento levedar e descansar das massas, comprar hoje uma abóbora gila e só fazer o doce daqui a um ano, quando ela estiver perfeita, esperar seis meses por uns rojões, um chutney ou um licor para degustar a sua plenitude sápida, as mortificações da caça e de muitas outras carnes ( Olleboma recomendava ter os bifes pelo menos 3 dias no frigorífico antes de cozinhá-los).
Hoje, tudo se sacrifica às frescura assética e rapidez, num frenesim que nos priva de alguns dos tesouros que os nossos ancestrais criaram ou descobriram, simplesmente porque tinham… tempo.
De entre os sabores perdidos na área dos peixes estão as barrigas de atum salgadas, as sardinhas de cura amarela, em barrica, o polvo de meia-cura, a moreia semi-seca e os arrepiados.
Arrepiar um peixe é uma técnica que permite uma transformação sui generis em açúcares que sustentam a sua estrutura muscular, transformando carnes moles como as da abrótea* ou da pescada em peixes firmes e lascados. Significa esfregar o peixe inteiro com sal grosso no sentido cauda-cabeça e deixá-lo pendurado pelo rabo durante um período de 12 horas.
Ingredientes:
Peixe inteiro
Sal grosso
Preparação:
O peixe a  arrepiar deve estar escamado e eviscerado, ter mais de um quilo (quanto maior, melhor) e, se tiver o fígado, deverá retirá-lo antes de arrepiar e guardá-lo no frio.
Comece por amarrar com firmeza o rabo do peixe com um nó espesso que possa suportar-lhe o peso quando o pendurar sem que o fio corte a pele.
 Arrepiar
 Eu uso o nó clássico de empatar anzóis, encarando o rabo do peixe como a haste do anzol, mas este nó tem alguma complexidade para quem não o sabe fazer e pode usar qualquer outro que queira e for capaz.
Use sal grosso mas não excessivamente grosso. Eu cozinho com sal integral comprado em salina e que tem por isso cristais às vezes muito grandes, pelo que o pisei um pouco no almofariz.
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Esfregue então o peixe com o sal, sempre em movimentos corridos e só no sentido rabo-cabeça.
 Arrepiar
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Pendure-o então pelo rabo
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E cubra-o com um pano para que fique protegido de insetos e mantenha uma temperatura fresca.

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Ao fim de 12 horas, ou no dia seguinte se o deixar pendurado durante a noite, estará pronto para cozinhar e disfrutar de lascas e textura magnificas.

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Nota: * Refiro-me à abrótea continental (Phycis phycis), já que não estou seguro que a abrótea açoreana seja exatamente a mesma coisa.

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Cogumelos au Roquefort

Cogumelos au Roquefort


 Cogumelos au Roquefort

            Em matéria de cogumelos, não sou mesmo esquisito!
Realmente, desde os comuns branquinhos de todos os dias, aos enlatados, à multidão de variedades cultivadas e que, exceção feita aos Pleurotus, são todos muito parecidos, até aos magníficos cogumelos bravios, de que sou recoletor e guloso incorrigível, marcha tudo! Até os secos, coitados, que sendo pálida imagem do que foram em fresco, estão agora em voga e servem muito bem, à falta de outros.
Quando me deitei a pensar no que faria para esta 46ª Trilogia com a Ana e o Cupido, com tema “Cogumelos”, tema de responsabilidade ou não seja um fungo o maior ser vivo que se conhece neste planeta, o desejo voou de imediato para as variedades do topo das minhas preferências, os boletos, as morchelas, as túberas, o pleurotus bravio, os míscaros, cantarelos, até o Agaricus de que colhi quantidades prodigiosas o ano passado.
Mas este foi um ano miserável, não só para vinho como para cogumelos; de todos estes que nomeei agora, este ano não vi nenhum e também porque sei que a esmagadora maioria de quem me lê não tem acesso a mais cogumelos do que os que estão no supermercado, decidi-me ficar pelo cogumelo comum e criar algo de novo para esta festa trilógica. 
Ingredientes:
Cogumelos tipo “agaricus”
Bacon (ou chouriço, ou presunto)
Alho
Azeite
Gema de ovo cozida
Queijo Roquefort* ou outro “azul” a gosto
Sumo de limão
Ovo batido e pão ralado
Sal e pimenta
Preparação:
Use cogumelos fechados com uma volumetria aproximada de uma ameixa ou tangerina pequena. Usei uma variedade de cogumelo de Paris (agaricus) chamada “marron” pela sua cor, apenas porque foi o que havia na mercearia; apesar da cor são rigorosamente iguais aos irmãos brancos.
Limpe os cogumelos sem os lavar, espete cada um pelo pé e passe-os por 2 ou 3 segundos numa panela com água fervente e vinagre para branqueá-los.
 Cogumelos au Roquefort
Retire o pé e escave o interior do cogumelo com o auxílio de uma colher de chá de bordo fino ou de um vazador próprio, se tiver. Reserve o material que escavar.
Parta a carne de fumeiro em pedacinhos ou tirinhas pequenos e frite-a numa frigideira apenas untada de azeite e acompanhada de um alho picado muito fino. 
 Cogumelos au Roquefort
Quando a carne estiver frita e estaladiça, junte os pés dos cogumelos, picados, e demais material escavado do interior e salteie juntamente com o fumeiro frito por breves instantes. Misture então gemas de ovo cozidas e sumo de limão, tempere de pimenta e sal (atenção ao sal da carne!) e ligue como se para recheio de ovos verdes.
 Cogumelos au Roquefort
Ponha dentro de cada cogumelo um pedaço de queijo Roquefort*, e acabe de encher o cogumelo com o recheio, de modo a imitar a curvatura do chapéu e a ficar o conjunto com a forma de bola achatada.
 Cogumelos au Roquefort
Passe por ovo batido e pão ralado.
 Cogumelos au Roquefort

Frite em azeite quente até terem o aspeto de ovos verdes 

 Cogumelos au Roquefort

e sirva com um acompanhamento a gosto.

 Cogumelos au Roquefort
 Nota: * O Roquefort liga maravilhosamente com o cogumelo, talvez por ser ele próprio um queijo digerido por um fungo. No entanto, se pertence ao número de pessoas que não tolera o sabor forte dos queijos “azuis”, pode usar aqui um outro queijo, desde que de sabor bem marcado como o S.Jorge ou um queijo de cabra. Não será nunca  de usar queijos neutros que apenas fundem sem sabor, como mozzarela e similares. 

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